“Um livro aberto é um cérebro que fala;
fechado, um amigo esquecido;
esquecido, uma alma que perdoa;
destruído, um coração que chora…”
Voltaire

Sessão 7


Guia da Sessão: O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Workshop)

ACTIVIDADE 1 – distinguir descrição de avaliação (a desenvolver em fórum)
1- Dos seguintes enunciados, indicar os que são descritivos e os que são avaliativos.
2- Melhorar os enunciados mais descritivos, transformando-os claramente em enunciados avaliativos (criação de hipóteses possíveis).

Trabalho realizado

ACTIVIDADE 2 – distinguir enunciados gerais de específicos (a desenvolver em fórum)
1- Analisar os enunciados 3 e 4, apontando as suas fragilidades e propondo eventuais alterações que os transformem em enunciados específicos e que concretizem hipóteses reais de acções para a melhoria.

Trabalho realizado



Síntese da 7ª sessão

Reflexão crítica

Considero que a realização desta acção de formação foi muito útil na medida em que me permitiu compreender qual deve ser o papel e a importância da Biblioteca Escolar no seio da comunidade educativa e transformar um documento que via numa dimensão teórica, num efectivo instrumento de trabalho, delineado para ir ao encontro das necessidades dos nossos utilizadores. Neste momento sinto-me mais consciente da responsabilidade enquanto professora bibliotecária, mais conhecedora do modelo de auto-avaliação e mais bem preparada para o implementar.
Esta foi a primeira vez que frequentei uma formação online, e se tem a vantagem de ser flexível em termos de horário, por outro lado, implica muitas horas de empenho e de trabalho utilizando o computador, tendendo a ocupar outros campos, nomeadamente, o pessoal e o familiar.
Quanto à estruturação das sessões penso que a metodologia utilizada foi bastante adequada, partindo de aspectos mais gerais, atingindo-se, progressivamente aspectos mais concretos. Na sua generalidade, as tarefas constituíram-se desafios aliciantes para a reflexão sobre a temática da auto-avaliação das bibliotecas escolares e para a produção de trabalhos que serão bons recursos a utilizar ao longo da implementação do modelo. As tarefas foram também um incentivo ao rigor e à qualidade, estimulando-me a ultrapassar as dificuldades, que por vezes surgiam, nomeadamente a complexidade de algumas em função do tempo disponível para as realizar. A bibliografia fornecida bem como os textos elaborados pelas formadoras revelou-se fundamental para a realização das tarefas.
O contributo dos formandos, nas tarefas propostas e nos fóruns de discussão, revelou-se como um ponto forte da acção se tivermos em conta a qualidade de muitos dos trabalhos apresentados, que nos possibilitou o contacto com diferentes formas de fazer, que nos enriqueceram.
Faço, por isto, um balanço bastante positivo em todas as vertentes, incluindo a interacção com as formadoras que nos encaminharam de forma estruturada para as tarefas e atenderam, atempadamente, aos nossos pedidos de ajuda.
Penso que, no entanto a calendarização da acção foi reduzida para a concretização das tarefas de cada sessão, pois foi complicado conseguir apenas numa semana dar as respostas necessárias: fazer as leituras dos documentos propostos, reflectir sobre as mesmas, produzir os trabalhos solicitados, ler e comentar os trabalhos dos colegas e, ainda, articular todas estas tarefas com o trabalho da BE. Consegui ultrapassar esta dificuldade gerindo melhor o tempo e trabalhando a um ritmo muito intenso, o qual não sei se aguentaria por muito mais tempo. Mas, agora, sinto-me satisfeita por ter conseguido vencer os obstáculos e ter chegado ao final.
Em jeito de conclusão, participei em todas as sessões de formação e considero que realizei todas as sessões propostas com empenho e seguindo as orientações dadas, procurando cumprir sempre o calendário estabelecido. Existiram tarefas em que encontrei mais dificuldades mas procurei sempre fazer uma exploração adequada dos recursos disponibilizados na plataforma, procedendo à leitura da bibliografia obrigatória e efectuando pesquisas sobre os assuntos em análise.
Gostei de frequentar esta acção e considero que constitui uma mais-valia para o meu desempenho profissional, enquanto professora bibliotecária.


Sessão 5


Introdução e Guia da Sessão: O Modelo de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte II)

ACTIVIDADE A REALIZAR NO ÂMBITO DESTA SESSÃO
O exercício que vos propomos nesta segunda parte da unidade sobre a operacionalização do Modelo procura responder a este objectivo, de estabelecer nexos coerentes entre, por um lado, os indicadores e respectivos factores críticos, e por outro, os instrumentos, evidências e acções de melhoria que viabilizam, traduzem e permitem melhorar a avaliação desses indicadores em cada Domínio ou Subdomínio.

A actividade a realizar consiste no seguinte:
1) Escolha, à sua vontade, um qualquer Subdomínio do Domínio D do Modelo: Gestão da BE. Se já testou este Domínio o ano transacto na sua escola (caso seja coordenador/a da BE), escolha outro que não tenha avaliado.
2) Construa uma tabela idêntica à do exemplo produzido neste Guia da Sessão (Página 3), copiando:
a. para a primeira coluna, os indicadores que integram o Subdomínio que escolheu;
b. para a segunda coluna, os factores críticos respeitantes a cada indicador;
c. para a terceira coluna, os instrumentos de recolha de evidências propostos pelo modelo, ou outros que considere relevantes.
3) De seguida, aprecie o tipo de instrumentos que indicou e analise detalhadamente o teor ou tipo de conteúdo desses instrumentos;
4) Com base nessa análise dos instrumentos, construa na quarta coluna “frases – tipo” que exemplifiquem as evidências passíveis de serem obtidas a partir daqueles instrumentos, para cada um dos indicadores do Subdomínio escolhido, à semelhança do realizado no exemplo dado na Página 3.

Trabalho realizado

5) Tendo por base a sua prática empírica de acompanhamento às BES e/ou o conhecimento directo da/s BE da Escola/Agrupamento de que é Professor-bibliotecário, e tendo por objectivo a melhoria dessa/s BE/s, sugira acerca do Subdomínio por que optou, justificando as suas sugestões:
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem deixar de fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem continuar a fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem começar a fazer.

Trabalho realizado



Síntese da 5ª sessão

Sessão 6


Guia da Sessão: O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Conclusão)

1ª tarefa - Elabore um quadro que permita cruzar o tipo de informação resultante da auto-avaliação da BE nos seus diferentes Domínios com os Campos e Tópicos estabelecidos pela IGE, nos quais aquela informação deve ser enquadrada.

Trabalho realizado

2ª tarefa - Tendo por base a amostra de Relatórios de avaliação externa que elegeu, faça uma análise e comentário crítico à presença de referências a respeito das BE, nesses Relatórios.

Trabalho realizado


Sessão 3


São objectivos desta sessão:
- Entender as ligações do processo de auto-avaliação à escola.
- Perspectivar a gestão da informação e o processo de comunicação com a escola/ agrupamento.
- Perceber o papel e a necessidade de liderança por parte do professor coordenador.

1ª parte da tarefa - Perspectivar a integração do processo de auto-avaliação no contexto da escola/ agrupamento implica que o professor bibliotecário divulgue o processo e envolva os diferentes actores:

Construa um PowerPoint para apresentar no Pedagógico/ Escola/ Agrupamento que evidencie:
- O papel e mais valias da auto-avaliação da BE;
- O processo e o necessário envolvimento da escola/ agrupamento;
- A relação com o processo de planeamento;
- A integração dos resultados na auto-avaliação da escola.

Trabalho realizado

2ª parte da tarefa - Comente o trabalho de um dos colegas.

Comentário ao trabalho da colega Maria Teresa Rodrigues
Olá.
Gostei muito do teu trabalho. Parece-me estar bem estruturado e com as referências adequadas aos aspectos fundamentais do modelo de auto-avaliação das BE.
Fizeste um bom resumo da informação, que seleccionaste, e esquematizaste-a de um modo que me pareceu bastante apropriado para ser transmitida através de um PowerPoint que, na minha opinião, resultou apelativo. Isto revela leitura dos textos da sessão e está perfeitamente adequado ao público a que se destina.
Em relação aos pontos abordados, apenas desenvolveria a referência ao envolvimento dos diferentes tipos de utilizadores no processo de auto-avaliação da BE, com o Professor Bibliotecário como catalisador junto da equipa e de todos os outros elementos da comunidade escolar. O envolvimento de todos significará um passo decisivo no percurso que cada biblioteca tem que realizar, com vista à inscrição nas práticas de docentes e alunos e, muito importante, no reconhecimento do seu valor.
Quanto à integração dos resultados na auto-avaliação, referiria que a súmula a incorporar no relatório de avaliação da escola permitirá à Avaliação Externa avaliar o impacto da BE na Escola e nas aprendizagens dos alunos, reforçando mais uma vez a importância de todos neste processo.
Parabéns. Continuação de bom trabalho!
Sandra Soares


Comentário da colega Celeste Ferreira ao meu trabalho
Olá Sandra,
Gostei muito do teu PowerPoint. Considero que conseguiste um trabalho completo e ao mesmo tempo apelativo e de fácil compreensão.
Bom fim-de-semana.
Celeste.



Síntese da 3ª sessão

Sessão 4



O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte I)

A realizar e colocar no Fórum da Actividade até ao final da Sessão:
a) Escolha, em alternativa, um dos seguintes Domínios/Subdomínios:
• A.2. (Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital)
• B. (Leitura e Literacia)
• C.1. (Apoio a Actividades Livres, Extra-Curriculares e de Enriquecimento Curricular)
b) Escolha no Domínio/Subdomínio seleccionado dois Indicadores, um que considere de Processo e outro que considere de Impacto/Outcome, e analise-os detalhadamente.
c) Estabeleça um Plano de Avaliação em profundidade daqueles dois Indicadores, recorrendo ao Texto da sessão, às Orientações para a aplicação do Modelo incluídas na versão actualizada do mesmo, disponível no sítio RBE, e ao texto de leitura complementar: Basic Guide To Program Evaluation.
d) Coloque o seu trabalho no fórum criado para o efeito, indicando no assunto do post as duas referências dos dois Indicadores que escolheu.


Comentário ao trabalho realizado pela colega Helena
Olá Helena.
Depois de ler o teu trabalho considero que a estruturação é muito semelhante à do meu, por isso decidi comentá-lo, apesar de não fazer parte da tarefa.
Quanto à razão da escolha destes dois indicadores também considero que a elaboração de um Plano de Avaliação servirá para medir o impacto que o trabalho da BE tem tido nas aprendizagens e sucesso educativo dos alunos e verificar também, até que ponto, tem tido uma acção interventora e catalisadora de mudanças na prática e metodologias dos professores.
Quanto às metodologias a implementar, também considerei importante referir as acções que se realizam. Neste aspecto também acho a articulação da BE com a equipa do PTE, da qual o professor Bibliotecário faz parte, é um benefício para a BE, apesar de não o ter referido. Um aspecto que considero importante, que não incluíste, é a criação de um plano de competências de literacia informação por ciclo e a consequente inserção do mesmo no PEC e nos PCT’s.
Em relação às etapas do processo referiste que as reuniões e contactos com docentes decorrerão entre Janeiro e Junho, no entanto, apesar de eu nunca ter aplicado o modelo, acho que este registo deve começar no início do ano lectivo.
O desenvolvimento que fizeste do ponto “análise e comunicação da informação” é muito esclarecedor.
Por último, parece-me que ambas colocamos o dedo na ferida, ao indicar as prováveis limitações que o processo apresentará.
Continuação de bom trabalho.
Sandra Soares


Sessão 2


São objectivos desta sessão:
• Perceber a estrutura e os conceitos implicados na construção do Modelo de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares.
• Entender os factores críticos de sucesso inerentes à sua aplicação.

1ª parte da tarefa - Faça uma análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, tendo em conta os seguintes aspectos:
- O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria de melhoria. Conceitos implicados.
- Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as bibliotecas escolares.
- Organização estrutural e funcional. Adequação e constrangimentos.
- Integração/ Aplicação à realidade da escola.
- Competências do professor bibliotecário e estratégias implicadas na sua aplicação.
Recorra, quando julgar oportuno, à informação disponibilizada, citando-a.

Trabalho realizado

2ª parte da tarefa - Seleccione o contributo de um dos colegas e faça um comentário fundamentado à análise efectuada.

Comentário ao trabalho da colega Fernanda Carvalho
Olá Fernanda.
Considero que fizeste uma análise muito cuidada e que nos conduz a conhecimentos e modos diferentes de interpretar a realidade com que nos deparamos no dia-a-dia.
Como conceitos principais do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares pactuo com todos os teus pontos. Considero, no entanto, que a exequibilidade da aplicação do modelo e a integração nas práticas de gestão da equipa da biblioteca devem ser feitas não como uma sobrecarga de trabalho, mas como uma prática constante no funcionamento da Biblioteca Escolar.
Quanto à questão da pertinência do modelo penso, como tu, que vai contribuir para que se caminhe no sentido da qualidade e da melhoria e que vai permitir que a escola interiorize a Biblioteca Escolar como um parceiro fundamental na aquisição de competências.
Relativamente à estruturação do modelo, concordo quando referes que os domínios são cruciais ao desenvolvimento e qualidade das Bibliotecas Escolares. O facto de sugerir acções de melhoria e ser acompanhado de instrumentos de recolha de evidências, torna-o mais exequível.
O professor bibliotecário é um elemento fundamental para toda a dinâmica de uma biblioteca. Neste ponto referes competências importantes com as quais concordo mas acrescento a paixão, o entusiasmo, o optimismo e a energia.
O teu trabalho ajudou-me a “desvendar” um pouco mais o modelo de auto-avaliação. Sabemos que por vezes, a barreira que separa a teoria da prática é imensa, por isso há que “pôr mãos à obra”.
Continuação de bom trabalho.
Sandra Soares

Comentário da colega Clara Neiva ao meu trabalho
Escolhi o teu trabalho, porque gostei muito da forma sintética como conseguiste abordar todos os itens propostos. De uma forma bastante objectiva, referiste as ideias - chave que no conjunto definem este modelo.
Concordo plenamente contigo quando referes que:
- “este modelo proporciona às Bibliotecas Escolares um instrumento pedagógico e de melhoria continua que permite avaliar o trabalho e o impacto deste no funcionamento da escola e no sucesso escolar dos alunos, bem como detectar os seus pontos fracos, para que possam ser delineadas estratégias e acções de melhoria”. Na realidade só se pode conceber um modelo de auto avaliação com estes propósitos, uma vez que a Biblioteca desempenha cada vez mais um papel importantíssimo nas aprendizagens dos alunos, papel esse que ainda não é reconhecido por todos.
-“ este modelo tem o mérito de ser comum a todas as BEs e ser reflexivo”. Apesar de ser um modelo que se pode adaptar às realidades das escolas, a sua estrutura é comum a todas as escolas e permite como referes de uma forma uniforme avaliar o impacto que as práticas das bibliotecas no contexto escolar.
- “um dos constrangimentos na implementação do modelo prende-se, na minha opinião, com a necessidade de envolver e implicar toda a escola”. Sou da tua opinião. No ano transacto apliquei o modelo no domínio A – Apoio ao desenvolvimento Curricular”, e apesar da boa vontade de todos, ainda não existe o hábito de formalmente articular com a BE. Neste contexto, o trabalho colaborativo com todas as estruturas da escola para a implementação do modelo é fundamental.
- “O Professor bibliotecário, conforme se refere no artigo de Eisenberg e Miller10, deve possuir, aliadas à paixão, ao entusiasmo, ao optimismo, à energia, duas competências para uma boa gestão da biblioteca escolar: pensamento estratégico e planeamento estratégico”. Esta frase sintetiza as competências do professor bibliotecário. Pois para além da paixão, optimismo e energia, o professor bibliotecário tem de ser capaz de diagnosticar os pontos fortes e fracos, para implementar um plano de melhoria.
Para terminar este pequeno apontamento, também considero que sucesso deste modelo depende muito do trabalho colaborativo, do envolvimento de toda a comunidade educativa.
Continuação de bom trabalho
Clara Neiva



Sessão 1


São objectivos desta sessão:
- Definir e entender o conceito de biblioteca escolar no contexto da mudança.
- Perspectivar práticas adequadas a estes novos contextos. Entender o valor e o papel da avaliação na gestão da mudança.

1ª parte da tarefa - Partindo da leitura dos textos fornecidos e do conhecimento da biblioteca escolar que dirige, perspective a sua situação identificando pontos fortes, fraquezas, oportunidades e ameaças e desafios principais que o professor bibliotecário e a biblioteca escolar enfrentam no contexto da mudança. Para a realização deste trabalho deve usar a tabela matriz disponibilizada neste bloco, que colocará no respectivo fórum. Às áreas a ser objecto de análise encontram-se elencadas na coluna da esquerda da tabela.


2ª parte da tarefa – Seleccione o contributo de um dos colegas e faça um comentário fundamentado à análise efectuada, respondendo no mesmo fórum ao contributo que seleccionou.

Comentário ao trabalho da colega Clara Neiva
Olá Clara.
Escolhi um trabalho ao que acabou por ser o teu.
Após uma leitura inicial percebi que, no geral, focamos aspectos muito semelhantes, percebendo-se que as realidades em que trabalhamos e os problemas com que nos deparamos são semelhantes.
Em relação às competências do professor bibliotecário partilhamos de opiniões comuns, ou seja, em termos gerais cabe ao professor bibliotecário mostrar a missão da biblioteca escolar e mostrar que é possível disponibilizar recursos e que estes são úteis para se efectuarem aprendizagens, construir conhecimento, apoiar as tecnologias contribuindo para a sua utilização e integração nas práticas lectivas.
Como ameaça referes a falta de compreensão da Comunidade Educativa pela natureza e importância do papel do professor Bibliotecário. Contudo, na minha opinião, acho que esta visão redutora de alguns professores que não compreendem o verdadeiro papel da biblioteca escola tem vindo a alterar-se, lentamente.
Concordo também quando referes como oportunidade que a constituição da equipa deve ser com elementos de áreas disciplinares diversificadas. A minha área de formação é a matemática.
No domínio Organização e gestão da BE referes como ponto forte o funcionamento da BE com um horário contínuo com o qual concordo, porque permite que a ela possam aceder utilizadores que de outra forma não o poderiam fazer por incompatibilidade de horário. Porém, acho que os utilizadores continuam a recorrer à BE nos intervalos, havendo uma grande afluência e depois...nos tempos livres, para pesquisar, trabalhar e participar em actividades de leitura, o público é reduzido.
Como fraquezas concordo que a falta de formação do pessoal docente e não docente e de uma equipa estável são obstáculos ao bom funcionamento da BE.
A referência à implementação de uma política de desenvolvimento da colecção no domínio Gestão da colecção não me é estranha pois também a referi. Penso que no teu caso quase concretizada. Este é realmente um documento que muitas BE têm sentido necessidade de desenvolver. Referes também a falta de verba para a renovação e actualização da colecção, no entanto, considero que os catálogos colectivos e o empréstimo inter-concelhio são práticas muito úteis para quando não se tem a tal verba necessária (e que são sempre uma boa prática mesmo que se possuam fundos).
No domínio A BE como espaço de conhecimento e aprendizagem. Trabalho colaborativo e articulado com departamentos e docentes, concordo quando dizes que a BE constitui um espaço de aprendizagem de construção de conhecimento. Quanto ao trabalho colaborativo entre a equipa da BE e as áreas não curriculares também considero que é um ponto forte no meu agrupamento.
Na Formação para a leitura e para as literacias considero importante, como oportunidades, a referência ao PNL, na promoção da leitura, e ao PTE, no desenvolvimento das literacias de informação.
Não referiste nenhuma ameaça no domínio BE e novos ambientes digitais, contudo considero como uma ameaça a resistência de alguns professores em utilizar as novas tecnologias para desenvolver as literacias, provavelmente devido à falta de formação no domínio das TIC.
Em relação à avaliação das BEs concordo contigo quando dizes que “permite verificar pontos fortes e fracos, para implementar acções adequadas às necessidades”. Segundo Ross Tod a biblioteca do século XXI será mais importante pelas acções e evidências do que através da colecção, tecnologia, recursos humanos ou edifícios que detenha.
Considero que uma das vantagens destas tarefas foi o facto de ter observado que os problemas atravessam as BE e são comuns, o que me tranquilizou um pouco, persistindo contudo, a minha vontade de contribuir para a mudança.
Bom trabalho!





Cronograma da acção

Nome da Acção: “Práticas e Modelos na Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares”

Nº da Acção: DREN     Turma: 8
 
Realização:
1. Local: Direcção Regional do Norte (DREN) –
Endereço: EB 2,3 Frei Bartolomeu dos Mártires – Rua Capitão Gaspar de Castro,
4901- 873 – VIANA DO CASTELO
2. Data de início: 20/10/ 2009 Data de termo: 15/12/2009
3. Formadores: Adelina Paula Pinto e Raquel Ramos

Data das Sessões Presenciais/online:
20 de Outubro - 17h30m às 21h30m (1ª sessão presencial – 4horas)
27 de Outubro - 17h30m às 21h00m (2ª sessão online – 3h 30m)
3 Novembro - 17h30m às 21h00m (3ª sessão online – 3h 30m)
10 Novembro - 17h30m às 21h00m (4ª sessão online – 3h 30m)
17 Novembro - 17h30m às 21h00m (5ª sessão online – 3h 30m)
24 Novembro - 17h30m às 21h00m (6ª sessão online – 3h 30m)
2 Dezembro - 17h30m às 21h00m (7ª sessão online – 3h 30m)
9 Dezembro - 9h00m às 13h00 e das 14h00 às 19h00m (8ª sessão online/workshop –9h)
15 Dezembro -17h30m às 21h30m (9 ª sessão presencial – 4horas)